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	<title>Comentários sobre: Tia Almira e as rodelas de milho</title>
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	<description>Imaginar futuros. Ancorar estratégias.</description>
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		<title>Por: Cláudio Marinho</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-352</link>
		<dc:creator>Cláudio Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 23:32:21 +0000</pubDate>
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		<description>amigo roberto,

que bom que você veio me visitar – a casa é sua.

espaço-AFETO?  ISSO mesmo! e agora você descobriu um segredo bem guardado que tenho comigo: por que moro em olinda antiga desde os anos 70.

porque aqui se guarda na memória visual, pela permanência da TEXTURA do espaço, o que vamos vivendo ao longo dos anos – sai carnaval, entra carnaval, a cidade se entregando ao mundo e sempre de volta pros seus moradores.
 
está certo o poeta Carlos Penna filho: não é aqui que eu moro, é [d]aqui que eu vejo...

abraço,
cm</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>amigo roberto,</p>
<p>que bom que você veio me visitar – a casa é sua.</p>
<p>espaço-AFETO?  ISSO mesmo! e agora você descobriu um segredo bem guardado que tenho comigo: por que moro em olinda antiga desde os anos 70.</p>
<p>porque aqui se guarda na memória visual, pela permanência da TEXTURA do espaço, o que vamos vivendo ao longo dos anos – sai carnaval, entra carnaval, a cidade se entregando ao mundo e sempre de volta pros seus moradores.</p>
<p>está certo o poeta Carlos Penna filho: não é aqui que eu moro, é [d]aqui que eu vejo&#8230;</p>
<p>abraço,<br />
cm</p>
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	<item>
		<title>Por: Roberto Menezes</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-351</link>
		<dc:creator>Roberto Menezes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 23:13:19 +0000</pubDate>
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		<description>Cláudio,amigo :

você sabe que eu tenho essa mesma relação afetiva com espaços. ao contrário de proust, eu ndo em busca de espaços perdidos, com essa conotação de afeto, de percepção de que ali a gente viveu algo muito importante. Acontece muito nas minhas separações conjugais, mas também em coisas como : o fechamento do Xinxim da Bahia, no Jardim Atlântico. O Elson, desgostoso com a guerra entre a amante e a filha, voltou pra Bahia, Nunca mais soube dele. Era o dono. Ali,nos fins de semana, eu, meus filhos (todos), a ex-mulher, ou somente eu e ela, ou somente eu e meu filho Pedro Ivo, que recebeu no Xinxim um telefonema de qu etinha passado no concurso para Procurador Federal. Lá tinha caracóis, cds pendurados, música de fundo da boa, sem nada de axé, e um clima descontraído. Todo o bairro ia lá, muitas famílias de outros bairros, e uma comida deliciosa - vatapá, acarajé, bobô de camarão e,é claro, o xinxim de galinha.
Tudo supervisionado pelo danado do baiano Elson. Voltei lá um dia em busca de lgum vestígio do xinxim. No lugar dele, tem uma casa particular, que é uma verdadeira fortaleza. as fotos dos clientes sempre estavam lá que anos adiante, ele voltaria já grisalho pra ver o xinxim, e seus dois garçons envelhecidos. Não eram profissionais.E o tempp ´para servir era baiano.
fiz até poema e distribui com a filharada.eu chamo isso de espaço-afeto. como nossa cidade vem perdendo isso por causa da violência e dos grandes prédios. de qualkquer janela onde moro, ou nos apartamentos dos filhos, é o mesmo cenário.pode ser recife,salvador, são paulo....e toido mundo apressado, sem ter olhos e sentimntos para aquele toque que aperta o coraçlão da gente. é difícil,amigo....
não conhecia o seu blog. fiquei tanto tempo desconectdo. já adicionei ele a meus favoritos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cláudio,amigo :</p>
<p>você sabe que eu tenho essa mesma relação afetiva com espaços. ao contrário de proust, eu ndo em busca de espaços perdidos, com essa conotação de afeto, de percepção de que ali a gente viveu algo muito importante. Acontece muito nas minhas separações conjugais, mas também em coisas como : o fechamento do Xinxim da Bahia, no Jardim Atlântico. O Elson, desgostoso com a guerra entre a amante e a filha, voltou pra Bahia, Nunca mais soube dele. Era o dono. Ali,nos fins de semana, eu, meus filhos (todos), a ex-mulher, ou somente eu e ela, ou somente eu e meu filho Pedro Ivo, que recebeu no Xinxim um telefonema de qu etinha passado no concurso para Procurador Federal. Lá tinha caracóis, cds pendurados, música de fundo da boa, sem nada de axé, e um clima descontraído. Todo o bairro ia lá, muitas famílias de outros bairros, e uma comida deliciosa &#8211; vatapá, acarajé, bobô de camarão e,é claro, o xinxim de galinha.<br />
Tudo supervisionado pelo danado do baiano Elson. Voltei lá um dia em busca de lgum vestígio do xinxim. No lugar dele, tem uma casa particular, que é uma verdadeira fortaleza. as fotos dos clientes sempre estavam lá que anos adiante, ele voltaria já grisalho pra ver o xinxim, e seus dois garçons envelhecidos. Não eram profissionais.E o tempp ´para servir era baiano.<br />
fiz até poema e distribui com a filharada.eu chamo isso de espaço-afeto. como nossa cidade vem perdendo isso por causa da violência e dos grandes prédios. de qualkquer janela onde moro, ou nos apartamentos dos filhos, é o mesmo cenário.pode ser recife,salvador, são paulo&#8230;.e toido mundo apressado, sem ter olhos e sentimntos para aquele toque que aperta o coraçlão da gente. é difícil,amigo&#8230;.<br />
não conhecia o seu blog. fiquei tanto tempo desconectdo. já adicionei ele a meus favoritos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudio Marinho</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-325</link>
		<dc:creator>Cláudio Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 13:42:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-325</guid>
		<description>oi renato,

caroços de milho e madeleines...hmmm...vou testar no friozinho de gravatá....rsrsrsr

bom recebê-lo por aqui, amigo...e vamos sim tomar um vinhozinho quando você vier. o frio não vai ser lá essas coisas que vocês têm por aí no pampa mas dá pro gasto e embala muito bem a boa conversa.

grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi renato,</p>
<p>caroços de milho e madeleines&#8230;hmmm&#8230;vou testar no friozinho de gravatá&#8230;.rsrsrsr</p>
<p>bom recebê-lo por aqui, amigo&#8230;e vamos sim tomar um vinhozinho quando você vier. o frio não vai ser lá essas coisas que vocês têm por aí no pampa mas dá pro gasto e embala muito bem a boa conversa.</p>
<p>grande abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato de Oliveira</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-324</link>
		<dc:creator>Renato de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 10:16:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-324</guid>
		<description>Caríssimo Cláudio,
quem diria! Boas lembranças fazem rodelas de milho assado deixarem madeleines com inveja. Ou pelo menos perderem a pose!

Eu sempre desconfiei que havia algum talento dando sentido à tua competência profissional.

Parabéns pelo blog e pelos textos. Terás um leitor no Sul. Que, aliás, já tem em mira um certo friozinho no interior de Pernambuco. Um dia te conto onde é, na esperança de, quem sabe, tomarmos um vinho por lá.

Grande e afetuoso abraço,
Renato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Cláudio,<br />
quem diria! Boas lembranças fazem rodelas de milho assado deixarem madeleines com inveja. Ou pelo menos perderem a pose!</p>
<p>Eu sempre desconfiei que havia algum talento dando sentido à tua competência profissional.</p>
<p>Parabéns pelo blog e pelos textos. Terás um leitor no Sul. Que, aliás, já tem em mira um certo friozinho no interior de Pernambuco. Um dia te conto onde é, na esperança de, quem sabe, tomarmos um vinho por lá.</p>
<p>Grande e afetuoso abraço,<br />
Renato.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Renato de Oliveira</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-323</link>
		<dc:creator>Renato de Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 09:15:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-323</guid>
		<description>Caríssimo Claudio,
veja só! Boas lembranças fazem rodelas de milho assado deixarem madeleines com inveja. Ou pelo menos perderem a pose...
Sempre desconfiei que havia qualquer coisa dando sentido à tua competência profissional.
Parabéns pelo blog e pelos textos. Terás um leitor no Sul. Que, aliás, já tem um friozinho em mira no interior de Pernambuco. Depois te conto onde é, esperando um dia tomarmos um vinho por lá.
Grande e afetuoso abraço,
Renato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo Claudio,<br />
veja só! Boas lembranças fazem rodelas de milho assado deixarem madeleines com inveja. Ou pelo menos perderem a pose&#8230;<br />
Sempre desconfiei que havia qualquer coisa dando sentido à tua competência profissional.<br />
Parabéns pelo blog e pelos textos. Terás um leitor no Sul. Que, aliás, já tem um friozinho em mira no interior de Pernambuco. Depois te conto onde é, esperando um dia tomarmos um vinho por lá.<br />
Grande e afetuoso abraço,<br />
Renato.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudio Marinho</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-281</link>
		<dc:creator>Cláudio Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 16:28:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-281</guid>
		<description>oi bruno,

bom vê-lo por aqui de novo.
volte sempre, plantando poesia.
assim, quem sabe, o blog florece.

abraço amigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi bruno,</p>
<p>bom vê-lo por aqui de novo.<br />
volte sempre, plantando poesia.<br />
assim, quem sabe, o blog florece.</p>
<p>abraço amigo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bruno Bezerra</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-280</link>
		<dc:creator>Bruno Bezerra</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 03:51:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-280</guid>
		<description>Texto maravilhoso Claudio, mesmo não conhecendo os seus, nem sendo íntimo seu, consigo sentir no texto um sentimento nobre e ou mesmo tempo singelo, um sentimento gostoso de ser sentido, um sentimento bem agreste pernambucano no fim de tarde. 

Para brindarmos o seu  excelente texto, deixo aqui um poema (de um livro já pronto mas ainda sem previsão de lançamento) com a mão estendida da amizade... paabéns pelo texto e por tão nobre sentimento...


INESTIMÁVEL VALIA

Se tudo na vida tem seu preço
Quanto vale matar uma grande saudade
Sem prazo de validade...
Sem meio, fim, nem começo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Texto maravilhoso Claudio, mesmo não conhecendo os seus, nem sendo íntimo seu, consigo sentir no texto um sentimento nobre e ou mesmo tempo singelo, um sentimento gostoso de ser sentido, um sentimento bem agreste pernambucano no fim de tarde. </p>
<p>Para brindarmos o seu  excelente texto, deixo aqui um poema (de um livro já pronto mas ainda sem previsão de lançamento) com a mão estendida da amizade&#8230; paabéns pelo texto e por tão nobre sentimento&#8230;</p>
<p>INESTIMÁVEL VALIA</p>
<p>Se tudo na vida tem seu preço<br />
Quanto vale matar uma grande saudade<br />
Sem prazo de validade&#8230;<br />
Sem meio, fim, nem começo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudio Marinho</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-277</link>
		<dc:creator>Cláudio Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 20:52:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-277</guid>
		<description>elias,

bom revê-lo...

com a devida licença da sua família, vou incorporar as suas &quot;pitangas maduro-extemporâneas&quot; à minha memória afetiva deste agradável diálogo que me permitiu reencontrar tantos amigos (sim, post bom é post comentado!).

grande abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>elias,</p>
<p>bom revê-lo&#8230;</p>
<p>com a devida licença da sua família, vou incorporar as suas &#8220;pitangas maduro-extemporâneas&#8221; à minha memória afetiva deste agradável diálogo que me permitiu reencontrar tantos amigos (sim, post bom é post comentado!).</p>
<p>grande abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elias Rodrigues</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-276</link>
		<dc:creator>Elias Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 14:46:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-276</guid>
		<description>Dr. Claudio,

Blog bom é blog comentado! Seu texto casa bem com o que tenho vivido.Após alguns anos, bem vividos, como advogado sectimiano estou trabalhando no interior da PB, especificamente no municipio de Pedra Lavrada, e isto me permite algumas vezes relembrar o milagre que minha bisavó fazia(em Palmares/PE) quando apanhava três ou quatro pitangas maduro-extemporâneas no quintal e conseguia transforma-las em um delicioso litro e meio de suco a ser repartido pela netada e bisnetada. Viva o pé de pitanga de vovó Maria que tal qual o milho de sua tia é propriedade imaterial de minha família!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Claudio,</p>
<p>Blog bom é blog comentado! Seu texto casa bem com o que tenho vivido.Após alguns anos, bem vividos, como advogado sectimiano estou trabalhando no interior da PB, especificamente no municipio de Pedra Lavrada, e isto me permite algumas vezes relembrar o milagre que minha bisavó fazia(em Palmares/PE) quando apanhava três ou quatro pitangas maduro-extemporâneas no quintal e conseguia transforma-las em um delicioso litro e meio de suco a ser repartido pela netada e bisnetada. Viva o pé de pitanga de vovó Maria que tal qual o milho de sua tia é propriedade imaterial de minha família!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudio Marinho</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-275</link>
		<dc:creator>Cláudio Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 01:06:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-275</guid>
		<description>graça,

que bom que você encaminhou os meus livros para novas paragens...viajo junto com eles, curioso pelo que podem despertar na imaginação de leitores que nem conheço nem sei  se vou conhecer um dia. fico feliz.

mas não se preocupe com o que aconteceu no porto digital...entendo essas coisas, tudo tem seu tempo, e você deu sua contribuição valiosa.

abraço; apareça sempre por aqui.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>graça,</p>
<p>que bom que você encaminhou os meus livros para novas paragens&#8230;viajo junto com eles, curioso pelo que podem despertar na imaginação de leitores que nem conheço nem sei  se vou conhecer um dia. fico feliz.</p>
<p>mas não se preocupe com o que aconteceu no porto digital&#8230;entendo essas coisas, tudo tem seu tempo, e você deu sua contribuição valiosa.</p>
<p>abraço; apareça sempre por aqui.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: graça lins</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-274</link>
		<dc:creator>graça lins</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 17:28:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-274</guid>
		<description>Claudio,

Lendo seu texto me retornam as perguntas: quem lê mais escreve melhor? ou quem escreve bem é porque ler mais?
Dos 5 anos que passei no Porto Digital, coordenando a Biblioteca, ( período de Fabio Silva ( eterno D. Quixote) a Valério Velozo), recebi suas excelentes doações através de Ju Pepeu.
Ficava imaginando... &quot;só um leitor proficiente tem livros tão interessantes e valiosos e tão generosamente nos doa&quot;.
Quando, nessa gestão de Sabóia, resolveram &quot;detonar&quot; a Biblioteca, senti o fogo de Alexandria destruindo não só os livros, mas nossos iniciantes leitores da Favela do Rato ( hoje, Pilar). Nada justifica esse descaso com uma ação de responsabilidade social, até então instituída pelo Porto, em gestões anteriores.
Os livros, entre eles os seus, foram parar em um depósito, em outro depósito e enfim, às traças, ao mofo e goteiras...
Que fiz? militante da leitura que sou, contatei todas as bibliotequinhas de bairros, bibliotecas comunitárias, escolas sem salas de leitura, municípios sem bibliotecas e conclamei a todos para receber  o acervo da extinta biblioteca.
Foi assim que consegui salvar as suas preciosas doações. 

Parabéns pela singularidade do seu texto. Que um vento maroto da serra lhe traga outras histórias.
Graça Lins</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Claudio,</p>
<p>Lendo seu texto me retornam as perguntas: quem lê mais escreve melhor? ou quem escreve bem é porque ler mais?<br />
Dos 5 anos que passei no Porto Digital, coordenando a Biblioteca, ( período de Fabio Silva ( eterno D. Quixote) a Valério Velozo), recebi suas excelentes doações através de Ju Pepeu.<br />
Ficava imaginando&#8230; &#8220;só um leitor proficiente tem livros tão interessantes e valiosos e tão generosamente nos doa&#8221;.<br />
Quando, nessa gestão de Sabóia, resolveram &#8220;detonar&#8221; a Biblioteca, senti o fogo de Alexandria destruindo não só os livros, mas nossos iniciantes leitores da Favela do Rato ( hoje, Pilar). Nada justifica esse descaso com uma ação de responsabilidade social, até então instituída pelo Porto, em gestões anteriores.<br />
Os livros, entre eles os seus, foram parar em um depósito, em outro depósito e enfim, às traças, ao mofo e goteiras&#8230;<br />
Que fiz? militante da leitura que sou, contatei todas as bibliotequinhas de bairros, bibliotecas comunitárias, escolas sem salas de leitura, municípios sem bibliotecas e conclamei a todos para receber  o acervo da extinta biblioteca.<br />
Foi assim que consegui salvar as suas preciosas doações. </p>
<p>Parabéns pela singularidade do seu texto. Que um vento maroto da serra lhe traga outras histórias.<br />
Graça Lins</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudio Marinho</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-272</link>
		<dc:creator>Cláudio Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 15:42:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-272</guid>
		<description>oi margarida,

que bom que voce se serviu das rodelinhas de milho de tia almira...volte sempre.

bjs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi margarida,</p>
<p>que bom que voce se serviu das rodelinhas de milho de tia almira&#8230;volte sempre.</p>
<p>bjs</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: margarida monteiro</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-271</link>
		<dc:creator>margarida monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 14:57:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-271</guid>
		<description>Cláudio,

as vezes a gente se perde ou perde alguma coisa. A infância que fica longe, lá nas dobras da memória é a primeira, depois vem os amigos jovens, e muito cedo os já maduros. E tudo se resume a uma única atitude. Conversar e dividir as memórias para não perder o rumo e as lembranças. 
Não conheci  Tia Almira e as rodelas de milho, mas Etelvina, minha avó paterna dividia tudo, comigo, meus seis irmaõs e meus dois primos, inclusive o milho do Sâo João. E em rodelas, como a sua tia, que de tão sábia ficou na memória da alma e do gosto.
Que Bom encontrar você de novo.

Bj</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cláudio,</p>
<p>as vezes a gente se perde ou perde alguma coisa. A infância que fica longe, lá nas dobras da memória é a primeira, depois vem os amigos jovens, e muito cedo os já maduros. E tudo se resume a uma única atitude. Conversar e dividir as memórias para não perder o rumo e as lembranças.<br />
Não conheci  Tia Almira e as rodelas de milho, mas Etelvina, minha avó paterna dividia tudo, comigo, meus seis irmaõs e meus dois primos, inclusive o milho do Sâo João. E em rodelas, como a sua tia, que de tão sábia ficou na memória da alma e do gosto.<br />
Que Bom encontrar você de novo.</p>
<p>Bj</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudio Marinho</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-234</link>
		<dc:creator>Cláudio Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 15:07:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-234</guid>
		<description>diana,

diga a painho que não pense muito não, faça como a gente: não é a casa dos sonhos, mas vamos mudando aos pouquinhos e vai ficando com o jeito dos marinhos [aliás, casa em inglês, housing, é gerúndio, quer dizer, nunca acaba...não é isso mesmo?].

e cabem os amigos também...apareçam quando quiserem.

[]s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>diana,</p>
<p>diga a painho que não pense muito não, faça como a gente: não é a casa dos sonhos, mas vamos mudando aos pouquinhos e vai ficando com o jeito dos marinhos [aliás, casa em inglês, housing, é gerúndio, quer dizer, nunca acaba...não é isso mesmo?].</p>
<p>e cabem os amigos também&#8230;apareçam quando quiserem.</p>
<p>[]s</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Cláudio Marinho</title>
		<link>http://cmarinho.wordpress.com/2008/08/03/tem-dias-que-a-gente-se-sente/#comment-233</link>
		<dc:creator>Cláudio Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 15:02:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://cmarinho.wordpress.com/?p=245#comment-233</guid>
		<description>oi elena,

isso mesmo...esse é o espírito da coisa no insight da diferença entre veranistas e invernistas...vou voltar ao tema, acho que é bom e faz bem às pessoas.

bjs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oi elena,</p>
<p>isso mesmo&#8230;esse é o espírito da coisa no insight da diferença entre veranistas e invernistas&#8230;vou voltar ao tema, acho que é bom e faz bem às pessoas.</p>
<p>bjs</p>
]]></content:encoded>
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