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Archive for maio \30\UTC 2007

Vou aqui assumir uma coisa muito pessoal: não gosto de viajar em avião. Não é medo não. Acho um meio de transporte muito seguro. Mas também, na mesma proporção, desconfortável. Imagine que vou hoje estar mais de de 14 horas dentro de um avião (somandoas as viagens Recife-São Paulo e São Paulo-Toronto).

Quem me conhece sabe de uma outra coisa: sou fanático pelo seriado de ficção científica Star Trek. Não, não é filme o de George Lucas. É o seriado de TV e cinema criado por Gene Rodenberry, nos anos 1960. Para os não-iniciados: Star Trek é Jornada nas Estrelas; Star Wars é Guerra nas Estrelas. O primeiro tem o orelhudo Sr. Spock; o segundo o maléfico Darth Vader. Teletransporte

Depois dessa mini-aula nerd, voltemos às viagens aéreas. Star Trek resolveu esse desconforto ao criar o teletransporte (saiba do que se trata). Vocês não sabem o quanto eu torço para que o teletransporte vire realidade.

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É hoje

Como informa o post anterior, parece que vamos chegar na China num período meio turbulento nos mercados asiáticos – com implicações em todo o planeta. É a versão revista e atualizada da “síndrome da china” (saiba do que estou falando).

Bem, hoje embarcaremos para a China, integrando a missão comercial organizada pela Fecomércio de Pernambuco. Eu e Cláudio Marinho temos a saída do Recife prevista para as 13h (se a TAM deixar) com destino ao Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Nosso embarque para Toronto (Canadá), via Air Canada, está previsto para as 21h30 de hoje.  A chegada em terras canadenses será às 7h (horário local) da quinta-feira. Atualmente, o fuso horário de Toronto é de uma hora a menos com relação ao Recife.

De São Paulo para Toronto serão 1o horas e meia de viagem!

No Canadá permaneceremos até a sexta-feira (dia e de junho), quando pegamos vôo para Pequim.

Serão mais 13 horas e meia de viagem!

 Atravessaremos a linha do tempo (leia o post sobre o assunto) e a chegada à capital da China está prevista para as 15h40 (horário local) do dia 2, sábado.

Na segunda-feira, teremos o primeiro evento oficial da missão, um seminário sobre oportunidades de negócios entre Pernambuco e a China. Ficaremos em Pequim até o dia 5, próxima terça-feira. Na manhã da quarta-feira (dia 6) pegamos um novo vôo, desta vez interno, com destino à cidade de Xangai, onde será inaugurado um escritório comercial de Pernambuco, numa parceria da Fercomércio-PE com a Câmara de Comércio Indústria Brasil e China (CCIBC). Em Xangai também haverá um seminário e rodadas de negócios.

A permanência em Xangai será até o dia 9 de junho (um sábado), quando pegamos um ônibus para a cidade de Ningbo, local da Feira Internacional de Consumo. Estão previstas diversas visitas e reuniões comerciais com os empresários locais. Na segunda-feira, dia 11, iniciamos a viagem de volta. No nosso caso, novamente via o Canadá.

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Da BBC Brasil

Uma medida do governo chinês que triplica as taxas sobre as transações financeiras derrubou o mercado local nesta quarta-feira.
O principal indicador negociado na bolsa de Shanghai, o Shanghai Composite Index (SCI), recuou 6,5%, para os 4.053 pontos.

O imposto sobre as transações financeiras no país subiu de 0,1% para 0,3%, em uma tentativa do governo de evitar uma bolha especulativa.

No início de março, um ‘chacoalhão’ nas bolsas chinesas levou observadores a alertar para o perigo da valorização rápida das ações.

Só neste ano, o índice SCI subiu 62%, alcançando um recorde na terça-feira.

Desde o início de 2006, o indicador quadruplicou de valor, refletindo a compra de ações por parte dos novos investidores chineses – estudantes, aposentados e pessoas comuns com acesso cada vez maior aos mercados.

Bolha

Segundo números da indústria, cerca de 300 mil pessoas por dia abrem uma conta de investimento na China.

O ritmo do mercado chinês levou analistas a advertir sobre a possível formação de uma bolha. Na semana passada, o ex-presidente do Banco Central americano (o Federal Reserve), Alan Greenspan, disse que o mercado acionário chinês precisa passar por uma correção dramática.

Para o pesquisador Cai Zhizhou, da Universidade de Pequim, foi exatamente isto que ocorreu na quarta-feira.

Ele disse que a medida anunciada pelo governo chinês foi “uma correção drástica” com o objetivo de “criar um sentimento mais racional entre os investidores”.

Alguns analistas dizem que a queda nos preços – que fez os mercados europeus abrirem em baixa nesta quarta-feira – é apenas um efeito temporário.

A última mudança no regime de taxação do mercado chinês havia ocorrido em 2005, quando a taxa caiu de 0,2% para 0,1% em meio a um mercado financeiro em depressão.

Estimativas do Banco Mundial indicam que a economia chinesa deve crescer 10,4% neste ano, sem demonstrar sinais de superaquecimento.

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Da Reuters:

Os mercados acionários da Ásia fecharam em alta nesta segunda-feira. A bolsa de valores da China registrou maior patamar da história, enquanto a Coréia do Sul bateu novo recorde.

O movimento foi influenciado por rali nos preços dos metais, que puxaram as ações de mineradoras. O dólar mais forte contribuiu para o ganho das ações das empresas exportadoras do Japão.

O índice Nikkei da bolsa de Tóquio teve alta de 0,61 por cento, enquanto o indicador MSCI, que mede o comportamento dos demais mercados da região Ásia-Pacífico, subiu 0,35 por cento.

“A tendência da semana passada, do iene mais fraco, continua, o que é um ganho para as exportadoras”, afirmou Katsuhiko Kodama, estrategista-sênior da Toyo Securities.

A fraqueza da moeda japonesa ajudou as ações de empresas como a da fabricante de componentes eletrônicos Kyocera, que ganhou 1,11 por cento, e da Honda Motor, que tiveram alta de 0,7 por cento.

Os papéis da Sumitomo Metal Mining subiram 3,2 por cento, na esteira da alta dos metais.

Na Coréia do Sul, a bolsa avançou 0,81 por cento, para 1.657 pontos, fechamento recorde liderado por ganho de 4,6 por cento nas ações da siderúrgica Posco, após uma melhoria de nota por uma corretora.

Na China, a bolsa de Xangai subiu 2,21 por cento, para 4.272 pontos, atingindo mais um recorde enquanto investidores continuam a colocar dinheiro no mercado. O movimento ocorre apesar do aumento de preocupações nos últimos meses que teve seu auge na fala do ex-presidente do Federal Reserve Alan Greenspan, que vê as ações chinesas em níveis perigosamente valorizados.

“Eu acredito que a tendência básica do mercado continua sendo de alta”, disse Zhou Lin, analista da Huatai Securities.

A bolsa de valores de Hong Kongregistrou alta de 0,04 por cento e a de Cingapura subiu 0,77 por cento. O mercado em Taiwan recuou 0,04 por cento.

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A moeda oficial da China é o yuan (ou iuane).

  Nota de 1 yuan 

Cédula de 1 yuan

 A cotação mais recente da moeda foi de R$ 0,25. Ou seja: com R$ 1 real um brasileiro compra CNY$ 4. Já a relação ao dólar norte-americano está de US$ 1 para CNY$ 7,65.

Apesar de ser a moeda utilizada no continente, ela não é aceita nas cidades de Hong-Kong e Macau, onde é aceito o dólar de Hong Kong. Nos últimos meses, o Governo chinês vem sendo acusado de manter o yuan desvalorizado intencionalmente para facilitar, ainda mais, a venda dos produtos chineses.

A História do dinheiro da China

A China possui uma história de uso da moeda de 4.000 a 5.000 anos, e uma história de monetização de mais que 3.000 anos. A história de moeda na China havia enormes influências na cultura monetária oriental.

Segunda a forma da moeda, a história monetária antiga chinesa é dividida em 4 fases:

1. A fase de moedas de conchas, desde a Comunidade Primitiva até a Dinastia Shang (do século 16 ao século 11, Antes de Cristo).
2. A fase de moedas Dao Bu, no Período da Primavera e do Outono, e no Período dos Reinos Rivais (770-221, Antes de Cristo).
3. A fase de moedas da forma redonda com um furo quadrado no centro, da Dinastia Qin (221-207, Antes de Cristo) à Dinastia Qing (1644-1911).
4. A fase de moedas da forma redonda sem furo, feitas à máquina, desde o final da Dinastia Qing (1644-1911) até o Período de Min Guo(1912-1949).

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Uma viagem para a Ásia não deixa de ser uma viagem no tempo, para o futuro. Em Pequim, por exemplo, são 11 horas a mais de diferença com relação ao horário oficial de Brasília.
As zonas horárias ou fusos horários são cada uma das vinte e quatro áreas em que se divide a Terra e que seguem a mesma definição de tempo. Anteriormente, usava-se o tempo solar aparente, de forma que a hora do dia se diferenciava ligeiramente de uma cidade para outra.
Os fusos horários corrigiram em parte o problema, ao colocar os relógios de cada região no mesmo tempo solar médio. Os fusos horários geralmente estão centrados nos meridianos das longitudes que são múltiplos de 15°; no entanto, as formas dos fusos horários podem ser bastante irregulares devido às fronteiras nacionais dos vários países ou devido a questões políticas.

 Fusos Horários

Este é o caso da China, que poderia abranger algo como 4 fusos horários, mas obriga todo o país a utilizar o horário de Pequim com evidentes distorções no oeste chinês, onde quando não é inverno o sol nasce por volta das nove horas da manhã.
Numa viagem do Brasil para a China pelo Pacífico, o viajante atravessa a chamada “linha do tempo”, que é constituída pelo meridiano oposto ao Meridiano de Greenwich. Passando esta linha, temos que alterar a data para o dia anterior em direção do Leste, ou para o dia seguinte, se estiver indo para Oeste.

(Fontes: Wikipedia e Aneel).

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Da BBC Brasil:

Mais de um quinto dos brinquedos produzidos na China podem fazer mal à saúde das crianças, de acordo com a agência do governo chinês que fiscaliza o padrão de qualidade dos produtos fabricados e comercializados no país. A agência verificou 104 fábricas de brinquedos em seis províncias diferentes: Fujian, Guangdong, Shangdong, Zheijiang, Jiangsu e Xangai.

O levantamento constatou que 23% dos produtos não se enquadram nos padrões nacionais de segurança. Uma série de irregularidades foi constatada como, por exemplo, brinquedos fabricados com peças pequenas demais, que podem facilmente ser engolidas por crianças e causar sufocamento.

Algodão sujo, lixo industrial e até restos de pacotes de macarrão instantâneo também foram encontrados no forro de alguns bonecos, segundo o jornal estatal China Daily. Não há indícios de que os brinquedos de má qualidade tenham sido exportados para o Brasil. Para que possam ser comercializados de maneira legal no mercado brasileiro, os brinquedos chineses precisam ter o selo de qualidade do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). No entanto, nas ruas de cidades brasileiras, muitos vendedores ambulantes oferecem produtos sem controle, que podem ser mercadorias contrabandeadas do Paraguai.

Resto de tapete
Em uma reportagem investigativa transmitida no fim de semana, a emissora de televisão estatal CCTV denunciou o uso de materiais não esterilizados na produção de brinquedos. Algodão sujo que sobra da confecção de tapetes baratos é revendido à indústria de brinquedos por 2,6 iuanes o quilo (R$ 0,66), segundo a emissora. “Nós não nos importamos com a segurança. Não precisamos de manual de instruções. Estamos apenas tentado pescar peixes em águas turvas”, teria dito um dos empresários, dono da fábrica de brinquedos, à CCTV.

Brinquedos forrados com algodão sujo foram encontrados à venda nas províncias de Henan, Shanxi, Gansu, Pequim e Shenzen. As autoridades disseram que brincar com estes produtos pode causar doenças como alergias, diarréia e até pneumonia. Por volta de 70% dos brinquedos comercializados no mundo são provenientes da China.

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