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Archive for 23 de maio de 2007

O Feng Shui é a antiga arte chinesa de criar ambientes harmoniosos. Originou-se há cerca de 5.000 anos, nas planícies agrícolas da China Antiga. Seu desenvolvimento vem sendo desde então, aumentado e evoluído, chegando aos dias de hoje, como uma disciplina capaz de nos oferecer um sistema completo, nos ligando intimamente à natureza e ao Cósmico.

Seus diagnósticos e resoluções são capazes de resolver quase todos os problemas envolvendo uma casa e as pessoas que moram nela. São adaptados ao moderno estilo de vida, nos levando a entender e compreender uma sabedoria muito profunda que nos ensina a “viver em harmonia com a natureza”.

Em outras palavras, o Feng Shui é uma antiga arte chinesa que visa a harmonizar os ambientes em que as pessoas vivem e trabalham, conseguindo-se assim, uma vida mais feliz e cheia de Bênçãos Cósmicas. Suas leis e princípios foram desenvolvidas através dos séculos e transmitidas oralmente de Mestre para discípulo.

  fengshui

Seria correto dizer que o Feng Shui é a antiga ciência chinesa que visa a localização de diferentes tipos de energia em um local. A palavra ciência, aqui, não tem e nem pretende ter a conotação da ciência moderna. Quando dizemos ciência, significa um sistema no qual os princípios e regras foram baseados em observações e dados estatísticos ao longo dos anos. Quem pode dizer que isso é superstição?

A tradução literal do termo Feng Shui é Vento-Água. Mas significa muito mais que isso. Os chineses dizem que essa arte é como o vento que não se pode entender, e como a água, que não se pode agarrar. E também é o vento que traz a água das chuvas para nutrir tudo o que está embaixo.

Quer saber mais sobre o Feng Shui, visite este site (“O Portal do Autêntico Feng Shui“), a fonte deste texto acima.

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Da Reuters:

China discorda de EUA sobre ritmo de reforma cambial 

WASHINGTON – A China concorda com os Estados Unidos sobre a necessidade de caminhar para um câmbio mais flexível, mas os dois países discordam em relação ao ritmo das mudanças, afirmou o presidente do banco central chinês nesta quarta-feira.

 Zhou Xiaochuan

Zhou Xiaochuan, do BC da China

“No geral, concordamos sobre a direção da reforma cambial. (Existe) provavelmente um pouco de discordância sobre quão rapidamente devemos fazê-la”, afirmou Zhou Xiaochuan a jornalistas após reunião com autoridades norte-americanas.

Zhou acrescentou que a China enfrenta pressões de alguns setores da indústria doméstica para realizar com cautela a reforma.

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Da Agência Estado:

O mercado norte-americano de ações fechou com os principais índices em baixa, depois de reverter o movimento de alta ensaiado pela manhã. Antes de passar a recuar, o índice Dow Jones chegou a superar os 13.600 pontos, com máxima de 13.609,76 pontos, enquanto o S&P-500 chegou a superar seu recorde de fechamento de 1.527,46 pontos, de 24 de março de 2000, com máxima no dia de 1.532,43 pontos. A alta inicial foi em reação a várias notícias sobre fusões e aquisições. No começo da tarde, porém, o mercado reverteu a direção em reação a declarações do ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) Alan Greenspan.

 Alan Greenspan Falando via satélite para uma conferência em Madri, o homem que havia falado em “exuberância irracional” do mercado norte-americano, em dezembro de 1996, alertou para a possibilidade de uma “contração dramática” no mercado de ações da China. “As declarações de Greenspan foram o fator determinante para a virada do mercado no meio do dia, porque ele falou dos riscos no mercado chinês de ações. O mercado norte-americano tornou-se muito dependente do crescimento global; por isso, Greenspan nos lembrou que nosso mercado não é uma via de mão única para cima”, comentou o estrategista Barry Hyman, da EKN Financial Services.

Comentário meu: mesmo fora do Fed, Greenspan continua influente. O homem fez o sucessor – Ben Bernanke -, dá palestras pelo mundo todo e, pelo jeito, permanece como uma referência para os investidores.

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Capa da revista The Economist

A capa da revista “The Economist” desta semana pode não ser original, mas é um sinal de  qual é a imagem que a China tem hoje no Ocidente. A mais importante publicação econômica do mundo coloca um gigantesco urso panda quase no topo do Empire State Building – o mais alto de Nova York, sob o título “America’s Fear Of China”.

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