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Archive for 25 de junho de 2007

Vista externa do Mausoléo de Mao Tsé-Tung 

Vista externa do Mausoléo de Mao Tsé-Tung, em Pequim

Deixei de conhecer dois dos principais monumentos de Pequim: o Mausoléu de Mao Tsé-Tung (foto acima) e a Cidade Proibida. O primeiro porque está fechado para reforma (Pequim se embeleza para as Olimpíadas do próximo ano).

Vista externa da Cidade Proibida

Vista externa da Cidade Proibida, em Pequim

A Cidade Proibida deixamos de conhecer porque estava em uma outra programação e não chegamos a tempo de nos integrar ao grupo da viagem.

Outro local que deixamos de ver foi o mercado de antiguidades de Pan Jia Yuan (referência de todos os guias de turismo que li) – também passando por uma ampla reforma.

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Só pode ser alguma vingança com relação aos argentinos, mas parece que o Brasil vai ficar conhecido gastronomicamente no exterior pelas carnes.

Nossas churrascarias – com brasileiros como donos ou apenas pelo nome – estão espalhadas por diversos países.
E o mesmo ocorre na China. Em Xangai e em Ningbo existem restaurantes desse tipo. Na viagem conhecemos apenas a churrascaria de Xangai, a Latina – uma das referências para os turistas.

A Latina fica localizada num dos points de Xangai, o chamado Bairro Francês.

O engraçado é que quando perguntamos se o restaurante era de um brasileiro descobrimos que a Latina é de um japonês que morou muito tempo no Rio de Janeiro. Deve ser isso que chamam de globalização.

 Churrascaria Latina de Xangai 

A Churrascaria Latina, de Xangai

A Latina já tem diversas filiais no País, sem contar as cópias, pois, lembre-se, estamos falando da China.
De acordo com reportagem da BBC, as churrascarias caíram no gosto popular e hoje existem centenas espalhadas pela China. A maioria de chineses mesmo.

É que na gastronomia vale a mesma concorrência quase selvagem que marca os negócios na China: tem chinês que vai trabalhar no restaurante apenas para espionar.
Meses depois, pede demssão e abre um outro restaurante.
É o que chamam de “negócio da China”.

Uma máxima vale para os donos das churrascarias chinesas: “aqui não entra carne de cachorro”.
Alguém se habilita?

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A gastronomia foi um capítulo à parte da nossa viagem. Em primeiro lugar, é melhor esquecer o que a gente conhece aqui como “comida chinesa”- em especial o fast-food de shoppings e delivery.

Mas voltei com uma frustração: não consegui comer nenhuma das “iguarias” estranhas ao nosso paladar, tipo escorpião, bicho-da-seda, estrela-do-mar. Alguns integrantes do grupo conseguiram. Ficou a minha frustração.

Por outro lado, pude saborear a verdadeira cozinha chinesa – verdadeiros banquetes, de até oito pratos.
Em primeiro lugar, vale um registro não-científico, puramente empírico: a obesidade ainda inexiste entre os chineses, especialmente entre as chinesas. Não sei se essa característica será mantida diante do sucesso obtido pelo frango frito da KFC (Kentucky Fried Chicken, rede de fast-food norte-americana) nas grandes cidades como Pequim e Xangai.

Os banquetes chineses, apesar do número elevado de pratos, incluia sopa na entrada, saladas, peixe e, menor quantidade, carne de boi e de porco.

Parecia muito, mas tudo no tamanho e quantidade certos.

Com relação às sopas, experimentamos de vegetais e de frutos do mar.

Por falar em peixe, Cláudio Marinho passou poucas e boas por causa do costume chinês de apresentar – ao vivo e em cores – o peixe que seria servido (ao vapor ou frito). Em pelos menos três oportunidades, coube a Cláudio aprovar o sacrifício do animal. O passado ambientalista pesou. Na última vez, ele só fez que olhou.

peixe ao vapor

A segunda vítima de Cláudio Marinho, uma garoupa ao vapor

Um capítulo à parte diz respeito ao famoso pato laqueado. Não fomos ao restaurante tradicional de Pequim, visitado normalmente pelos turistas. Degustamos o prato num restaurante mais simples, porém mais tradicional, o Guolin (foto abaixo), localizado nas proximidades de um pólo de faculdades – com forte presença de estudantes estrangeiros (Wudaokou).  O que impressionou foi a quantidade de acompanhamentos, tinha até uma espécie de panqueca de trigo.

 Restaurante Guolin, em Wudaoku (Pequim)

Eu, Victor Leal e Maria Luíz Borges chegando ao Restaurante Guolin, em Wudaoku (Pequim)

P.S: Para sorte de Cláudio Marinho, o pato não foi trazido vivo para a nossa conferência.

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